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segunda-feira, 17 de março de 2008

Colecionando coisas.

Essas besteiras que filmam devem mesmo servir de alguma coisa.Eu tava passeando pelos canais- nesse tempo frio parece ser o único passeio válido- e acabei num desses filmes que eu não veria se tivesse um jogo da uefa ou um daqueles programas gringos da mtv passando, enfim, uma opção que seria uma das últimas e por acidente não foi.

Era um "Corra Lola, corra" em versão romântica- não que esse não seja um pouquinho- desses que o dia quando a pessoa dorme e acorda ainda é aquele dia, e era basicamente isso: o cara tinha um dia pra tentar fazer com que a mulher dele não morresse,e acaba morrendo no lugar dela depois de dar à ela o melhor dia da vida dela sendo que antes a relação tava uma merda.
Começou, com uma frase, um arrepio, e no final eu me toquei que eu chorava vendo um filme que eu nem tinha certeza se gostava.
Não, o texto aqui escrito não é sobre os filmes que assim como as músicas podem ser ruins e mal feitos, com tanto que emocionem, que podem ser clichés com tanto que façam rir, e que podem ser mal filmados com tanto q tenha boas atuações, e esse filme nem se encaixa em todos esses defeitos relevantes.Isso daqui se trata da antiga e chata guerra dos sexos.Será que nós mulheres somos tão absurdas assim, ou na verdade homens e mulheres somos só um bando de carentes querendo dar certo?
Tudo gira envolta dos relacionamentos, até o comércio teria baixa em junho não fosse o dia dos namorados, então whatahell é tão difícil sacar o outro, se o tempo todo agente vê como tudo acontece.
Tudo meio nonsense até aqui, mas eu tenho uma conclusão e uma pergunta:
Esses filmes clichézõesemocionanteschororos deviam ser uma espécie de manual pros homens sacarem o que a gente quer, e como a gente entende um pouquinho sequer dos homens?
Alguém me conta que eu quero salvar a vida de alguém antes que termine o dia.

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