.Profile { text-align:left; } } .feed-links { clear: both; line-height: 2.5em; } #blog-pager-newer-link { float: left; } #blog-pager-older-link { float: right; } #blog-pager { text-align: center; } .clear { clear: both; } /** Tweaks for layout editor mode */ body#layout #outer-wrapper { margin-top: 10px; } body#layout #main-wrapper, body#layout #header { margin-top: 0; padding-top: 0; } -->

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Mi casa, su casa?

Me foge o que indicavam os ponteiros quando me perdi. Entrei na Rua de Santana por curiosidade, andei pensando em como carioca é burro, em que cores usar para reformar cada canto da rua antiga, e quando vi já estava na praça da cruz vermelha me encantando com o bairro já desencantado. Deu vontade de comprar cada um daqueles sobrados, e montar bares boêmios feito aqueles daquelas ruas da praça XV pra fazer o centro ser mais "Europa". Deu mais vontade ainda quando vi aquela rua, uma ladeira idêntica às de Madri, só que com construções degradadas e com marcas das chuvas de anos após anos. Isso levaria tanto tampo, tanto tempo, que é melhor morar nas originais lá em Madri, prefiro pensar assim, como se fosse tudo perto, a Espanha logo ali.
Não entendo porque eu preciso tentar ter uma alma normal ou nobre, eu nasci com uma nômade, é bem melhor.
Estagnar que nem a minha cidade, eu não quero.

Um comentário:

Anônimo disse...

Alma cigana. *-*