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sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

A importância de ser Igor e de ser Pablo.

Digo logo que usei no título como critério a ordem alfabética, deixando assim bem claro que nenhum pra mim é mais importante.
Quando se ama muito uma pessoa, a pessoa pode desfigurar-se até ficar bonita aos olhos do amante, assim explico que não sei explicar se eles são mesmos bonitos ou se os amo demais. Não cabendo aqui, onde deveria caber, uma descrição física dos dois.
Pretendia continuar descrevendo o humor de cada um, mas acabei parando ao concluir que são ambos instáveis demais pra isso, fica nesse parágrafo então só que são pacientes e risonhos.
Me encarreguei de fazer dessa frase a que determinaria os dois, então por obrigação mas feliz, escrevo que são parte de um passado muito bonito, que seus fígados são muito bons - por aguentar tanto álcool sem dar sinal de cansaço - e que liderariam um ranking de "boa-gentisse" se eu resolvesse fazer um.
São flamenguistas, somem de vez em quando e sofrem de dificuldades com limites, defeitos todos esses suportáveis diante do meu amor, incondicional, e imensurável, só palavra difícil pra eu explicar quanto eu os estimo.
Ótimo pai e ótimo historiador, isso é só o começo. Pessoas incríveis merecem e quase sempre tomam pra si vidas incríveis.

2 comentários:

Anônimo disse...

A alma - boa ou ruim - corrompe os sentidos, levando-os juntos, sem aviso prévio, para o abismo ou para o cume.
Filosofias à parte: também não gosto de descrever os que amo ou odeio... Pensando melhor (e voltando à filosofia), a indiferença não existe, e a verdade vai junto com ela.

Anônimo disse...

intiresno muito, obrigado